domingo, 4 de dezembro de 2011

Por onde andamos... (dica de app)

A internet é mesmo uma fábrica de grandes idéias. E foi navegando por essas idéias que encontrei no blog da @rosana, que sempre traz dicas preciosas, um site ou aplicativo que usa a sua base de dados publicadas em alguma rede social para fazer um vídeo com fotos suas.


Fiz um teste subindo as fotos de férias minhas dos últimos anos.
O resultado é muito bacana. Informa as localidades, o número de fotos e até o total da quilometragem rodada. Vejam como ficou.





Por Onde Andamos... Slideshow: Josuá’s trip from Vitória, Espírito Santo, Brasil to 3 cities Belo Horizonte, Florianópolis and Araxá was created by TripAdvisor. See another Brasil slideshow. Create your own stunning slideshow with our free photo slideshow maker.

Experimente usando a sua base de dados.
O endereço é tripwow.tripadvisor.com  

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Receber encomenda pelos Correios é exercício de paciência


Se quer que alguém seja sacaneado, os Correios se encarregam disso pra você. Basta enviar uma correspondência registrada, aquela que necessita de assinatura para ser entregue. O péssimo serviço da empresa que é pública vai atormentar o remetente.

Não é a primeira vez que escrevo sobre o serviço dos Correios neste blog. De qualquer modo, acho que por ainda se tratar de um serviço essencial, o post é válido e necessário. 

Leia também “Endereço Insuficiente para Entrega”.

O procedimento de AR (Aviso de Recebimento) dos Correios é um instrumento que dá segurança tanto para quem envia quanto para quem recebe encomendas, documentos e correspondências em geral. Ao mesmo tempo, causa transtornos à vida de quem passa o dia todo fora de casa. Os Correios fazem algumas tentativas de entrega e possibilitam ao usuário poupar o trabalho deles e ir buscar a correspondência diretamente na agência. Essa acaba sendo a melhor opção uma vez que os horários de trabalho dos carteiros é completamente destoante da maioria dos trabalhadores brasileiros. Normalmente a visita do carteiro ocorre sempre no mesmo horário, e por isso ele nunca te encontra. Será que já não é a hora dos Correios se modernizarem e adequar suas rotinas a de quem trabalha?

Direto na Agência
Para evitar problemas e desencontros, você resolve seguir a orientação do Aviso de Tentativa de Entrega e telefonar para a agência no dia anterior avisando que vai pessoalmente retirar. Então você consegue uma brecha em seus horários de trabalhador comum e vai até a agência indicada. É aí que o desrespeito e a péssima qualidade do serviço ficam mais evidentes. Os funcionários são propositalmente lentos, morosos e não passa pela cabeça deles que o fato do usuário estar na agência, está na verdade poupando o trabalho da empresa.

Nesta segunda-feira (05) estive na agência dos Correios que fica na Av. Marcos Cherém, número 718, em Uberaba e, entre 12h e 13h (possível horário de almoço que usuários conseguiram remanejar para ir até os Correios buscar o que deveria chegar com conforto e segurança na casa deles) a fila era enorme e a média de atendimento por pessoa era de 10 minutos. Todo esse tempo apenas para retirar a correspondência que, via de regra, já deveria estar separada a pedido do remetente por telefone antecipadamente. Falta de respeito e desserviço.

Serviço de qualidade é possível
Sobre os transtornos causados pelos Correios, o mesmo não ocorre quando você adquire um produto e a empresa contrata os serviços de uma transportadora privada. A minha experiência é de que o esforço para concluir a entrega é sempre notável. Eles telefonam, perguntam o melhor horário para entrega e o fazem mesmo que após as 18h.

Talvez pra ajudar ainda mais os Correios no trabalho deles, seja necessário contratar uma diarista só pra ficar em casa aguardando o surgimento do carteiro. Só assim pra não faltar ao trabalho, não ter que enfrentar fila e atendentes pouco prestativos e não ter a sua correspondência devolvida, sumariamente.

Relato de experiência.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Vou dizer porque escolhi ser jornalista

Quando criança eu não me comunicava. Demorei mais que o comum para aprender a falar. Minha avó paterna ouviu dizer que se colocassem um pintinho para piar três vezes na boca da criança que não falava, ela começaria a falar. Comigo,
a simpatia funcionou. Não sei precisamente quanto tempo demorou após os três pios, mas o fato é que não me calei mais.

Desenvolvi enquanto criança um gosto especial pela leitura, motivado pela minha tia-mãe, Sueli Barroso, que só tinha 6ª série do que chamamos hoje de Ensino Fundamental, mas que é uma das pessoas mais intelectuais que conheço graças aos livros de todos os tipos até esgotarem-se as possibilidades da biblioteca da Câmara Municipal de Tupaciguara.

"Minha avó paterna ouviu dizer que se colocassem um pintinho para piar três vezes na boca da criança que não falava, ela começaria a falar. Comigo, a simpatia funcionou."

E falando, eu sempre disse que queria ser jornalista, desde quando mal sabia o que isso significava. Participei de programas na rádio AM, como entrevistado e entrevistador na Rádio Rural, visitava as redações dos impressos e assistia muita televisão até muito tarde da noite - e não era no canal de pornografia.



Brincando de ser jornalista. Não lembro como se chamava o programa, mas hoje vendo essa foto eu chamaria de "Lingerie News" (risos).
Com o tempo, aprendi que o jornalista funcionava como importante voz de uma comunidade. Que era o cara que buscava conhecimento para proporcionar conteúdo de qualidade para um público leitor/telespectador/clicador. Nesse sentido, percebi na escola graças aos bons professores que tive na "Estadual Sebastião Dias Ferraz" boas habilidades em dissertar, em ler e compreender, em gostar de literatura, em debater com o quem eu não concordava, além de pesquisar a história, essa minha paixão de fim de semana.

Cursei o último ano do Ensino Médio inquieto, ansioso, de saco cheio pra Física, Química e Matemática. Maluco para começar a conviver com meus "iguais". Gente que também pesquisasse, que criticasse e que falasse com liberdade.

Na faculdade a gente percebe que, assim assim, não existem "iguais". Também lá existem aptidões diversas, interesses conflitantes. E que bom foi ter descoberto isso. Tive uma formação acadêmica apaixonada e muito bem embasada, numa instituição carregada de tradição e com os olhos no futuro. No curso de Jornalismo da Uniube (Universidade de Uberaba), meu tema de TCC graças à sua ancestralidade - o primeiro de Minas Gerais, aprendi coisas tão preciosas com gente mais preciosa ainda.

Formatura em Comunicação Social - Jornalismo, janeiro/2011, graças à Suelene, Sueli e Suzélia Barroso.

Ao me formar e, certamente em uma consciência crítica amplamente diferente da que tinha quando dizia às favas que seria jornalista, descobri a imensidão de possibilidades, de discursos, de mídias e como se multiplicaram as formas de se fazer a mesma coisa, algo tão trivial quanto mágico: contar histórias.

Eu escolhi certo.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

E de repente... chega a hora de virar Jornalista!


Todos os leitores deste blog estão convidados a assistir a minha banca de TCC e pré-lançamento do livro-reportagem: "Memórias do Primeiro Curso de Jornalismo de Minas Gerais", que teve a orientação de Celi Camargo.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Da acidez ao jornalismo analítico

Fazia tempo que eu e o meu colega Luiz Maurício Pereira não nos encontrávamos. Enquanto colegas de turma, éramos tinhosos criadores de besteiras e sérios combatentes pela democracria.

Na COM3 (Semana de Comunicação da Uniube), sentamos lado a lado para assistir ao primeiro dia de evento e logo borbulharam idéias. Por que não dividir os nossos comentários com mais gente? Imediatamente me lembrei da ferramenta de Live Blogging (ou Blogando Ao Vivo). Eu conhecia, mas nunca tinha utilizado a plataforma.

Escolhemos o Festival do Minuto, na minha opinião o mais importante evento da COM3.

Tudo foi experimental. Divulgamos muito no twitter e a nossa audiência chegou ao pico de 86 visualizadores do chat e muitos comentando ativamente. Também pelo twitter as postagens com a hastags #COM3 e #festivaldominuto eram destinadas automaticamente ao Live Blogging.

O nosso objetivo era dar ainda mais publicidade ao evento com pitadas de humor, inclusive do mais sem graça.

Foi uma ótima experiência e vamos fazer mais vezes. A ferramenta é sensacional.

O curso de Comunicação Social da Universidade de Uberaba, sob a batuta do diretor André Azevedo da Fonseca (#NewFidel), merece os parabéns por todos os momentos da COM3 que também foi transmitida em vídeo pelo Portal da Comunicação.


Abaixo, acompanhe alguns cliques daqueles que nos visitaram no nosso espaço de Live Blogging.

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Os comentaristas do Live Blogging e os apresentadores do Festival do Minuto 2010.

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Os comentaristas com a professora Celi Camargo.

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Os apresentadores oficiais do evento: Faeza Rezende (Band Triângulo) e Edinho Santana (Rádio Sete Colinas)


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Só a diretoria.
Visitas ilustres de Cíntia Cunha (Organizadora do Festival do Minuto), Anderson Andreozi e Faeza Rezende.
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FIM DE FESTA.
A gente só sai quando ele sair.


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@JosuaBarroso e @Luiz1110 trabalhando!


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O Troféu... bem melhor que um gesto obsceno de uma edição anterior.
Muito bonito mesmo!

Sigam:
@luiz1110
Luiz Maurício Pereira, jornalista, assessor de comunicação da Alta Genetics e meu parceiro de Live Blogging.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

LIVE - Festival do Minuto Uniube

Hoje, a partir das 19h (ou a hora em que começar o evento), tem live blogging do Festival do Minuto do curso de Comunicação Social da Uniube (@comunicauniube) com @JosuáBarroso e Luiz Maurício (@luiz1110). Acompanhem, participem e comentem na janela abaixo! Os twitteiros também vão participar automaticamente, basta postar um tweet com a hastag #festivaldominuto ou #COM3 que a mensagem vem automaticamente para o bate papo aqui no blog.


terça-feira, 19 de outubro de 2010

TCC: Depoimentos sobre a história do curso de Jornalismo de Uberaba - o primeiro de Minas Gerais




O curso de Jornalismo em Uberaba foi autorizado pelo Ministério da Educação em 1957, sediado na FISTA (Faculdade de Ciências e Letras Santo Tomás de Aquino). Isso faz do curso o mais antigo de todo o Estado de Minas Gerais. Essa e outras descobertas e histórias de vida de quem passou pelas fileiras do curso, estarão no livro: "Identidade - A história do primeiro curso de Jornalismo de Minas Gerais", meu Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade de Uberaba - 2010.

A orientação do TCC é da jornalista e professora Celi Camargo.

O vídeo mostra um aperitivo de histórias que estão no livro-reportagem e foi editado especialmente para a banca de qualificação de TCC do curso de Jornalismo da Universidade de Uberaba realizada no dia 15 de outubro de 2010.

Créditos do vídeo
Reportagem, roteiro e edição: Josuá Barroso
Imagens: Lázaro Novaes (Uniube)
Trilha sonora: Chega de Saudade (Tom Jobim)

Agradecimentos
Mafalda Veronez e Marcos Rogério de Freitas, pelo apoio de produção
Marco Aurélio Araújo, pelo apoio na edição (GCs)
aos orientadores de cada etapa do projeto: Raul Osório, André Azevedo, Anderson Andreozzi e Celi Camargo

E em especial, aos entrevistados.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Olho na tela e no twitter: acompanhe o #DebateSenadoMG

Além da televisão e do rádio, o debate desta quinta-feira entre os candidatos ao Senado por Minas Gerais será transmitido também pelo twitter da Band Triângulo. O encontro é promovido pela Band Minas e será o primeiro entre os pretendentes ao cargo. A página da Band Triângulo no microblog vai acompanhar as perguntas e respostas minuto a minuto e vai disponibilizar para os seguidores um resumo interativo pelo canal.

O twitter da Band Triângulo foi criado em abril deste ano e tem mais de 750 seguidores. O endereço é http://twitter.com/bandtriangulo.

Acompanhe a mensagem da equipe da Band Triângulo no vídeo:

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

"O começo do fim" ou "O começo do começo mesmo"

Começa hoje e vai até dezembro a minha última aventura como aluno de Jornalismo na Universidade de Uberaba. Até aqui, foram anos de muitas descobertas e, sobretudo, de muito aprendizado.

A Universidade é um presente, um presente pouco acessível. E o maior tesouro é o ensinamento de que a gente não sabe de nada. Existe um mundo gigante ao nosso redor, e a grande sacada, o filão, o supra-sumo é saber lidar com o aspecto colaborativo que a Academia exige e proporciona.

Desde o início da formação em Jornalismo a gente tende a pensar no final. Como vai ser meu TCC? O que eu vou fazer? Quem vai me orientar? Será que eu chego lá?

Agora, às vésperas da conclusão, o pensamento está no começo. Um saudosismo saudável que motiva e impulsiona a busca de repostas às perguntas do início. E elas vão surgindo aos poucos.

O meu TCC será um livro-reportagem. No sexto período do curso, descobri uma preciosidade sob os meus olhos. O curso que eu freqüentava tinha uma tradição muito valiosa, o primeiro a entrar em funcionamento com autorização do Ministério da Educação no Estado de Minas Gerais. Quem seriam as pessoas que no começo pensaram esse curso? Por quê? Como? Exatamente quando?

Mas o desafio do TCC não é prestar contas ao lead. O Jornalismo Literário e, principalmente, a História Oral foram ensinamentos que considero entre os mais importantes de todos esses anos na Universidade de Uberaba. Nada mais justo que contar essa história tão importante utilizando dessas técnicas apreendidas.

Nesse trajeto vou ter a companhia da Professora Celi Camargo, que tem o Jornalismo correndo nas veias. Um exemplo firme e marcante durante todos os semestres da faculdade.

A última pergunta que normalmente nos fazemos e que mencionei acima: será que chego lá? Essa pergunta começo a responder agora aqui no blog. A tentativa é de dividir o tempo dos textos para o livro-reportagem para um relato de experiência sobre o TCC.


Semanário

Tive hoje a primeira reunião com a Professora Celi Camargo. O nosso primeiro passo é avaliar a matéria-prima que temos em mãos e que eu reuni desde que a idéia surgiu a quase dois anos atrás.

A princípio o meu “Momento TCC” acontece às segundas-feiras.


+Mais
Conheça o Portal da Comunicação da Universidade de Uberaba.
Siga-me no Twitter: @josuabarroso

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

BAND Triângulo vai repercutir debate em Belo Horizonte pelo Twitter

No ar desde abril desse ano, o twitter da BAND Triângulo é mais um canal de informação entre o telespectador e a TV e já está entre os mais populares das emissoras do Grupo Bandeirantes, com 631 seguidores. O perfil no microblog leva manchetes das regiões de sua cobertura durante todo o dia, agregando velocidade à informação e interatividade com o público. Os seguidores da BAND Triângulo acompanham também os destaques dos programas da grade de programação e ainda recebem informações e fotos dos bastidores.

Na próxima quinta-feira, a BAND Minas (BH) promove o primeiro encontro dos candidatos ao governo do Estado e, em tempo real pelo twitter, a BAND Triângulo acompanhará o debate minuto a minuto com as principais perguntas, respostas, réplicas e tréplicas. Além de potencializar a interatividade durante o evento, a proposta visa disponibilizar aos seguidores um resumo interativo pelo canal.

O endereço do twitter da BAND Triângulo é: http://twitter.com/bandtriangulo.

domingo, 1 de agosto de 2010

Band Cidade: Chegada de fósseis vegetais em Peirópolis (Uberaba-MG)

Reportagem que registrou com exclusividade para o "Band Cidade", a chegada de um carregamento com cerca de duas toneladas e meia de fósseis vegetais ao Museu Paleontológico de Peirópolis, zona rural de Uberaba no Triângulo Mineiro.

Reportagem: Josuá Barroso (@josuabarroso)
Imagens: Júlio Prado (@jpradojor)
Narração: Munyque Fernandes
Foi ao ar em 29 de junho de 2010

Créditos "Band Cidade"
Apresentação
Bancada: Fernanda Viola (@fernanda_viola)
Quadro "Direto da Redação": Munyque Fernandes
Editor-chefe: Júlio Prado (@jpradojor)

O Band Cidade vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 18h50 e chega a cerca de 100 municípios mineiros pela
Band Triângulo (@bandtriangulo).

A seguir: você assiste algumas passagens, que é quando o repórter aparece na reportagem para mais detalhes da notícia. As passagens não foram ao ar, é apenas para exercício.


quarta-feira, 28 de julho de 2010

#lingerieday além de 140 caracteres

O twitter esteve safadinho hoje. Foi a terceira edição do badalado #lingerieday. Para quem não tem as manhas do twitter, uma palavra ou expressão precedida do jogo da velha "#" cria uma hashtag, uma espécie de link que mapeia na ferramenta de busca tudo o que está sendo mencionado sobre aquela palavra ou expressão.
Vinte e oito de julho foi o dia das lingeries. Acompanhei a última e o twitter nem era tão popular no Brasil assim. Talvez por isso, esse ano o #lingerieday teve muito mais papo e piada do que lingerie. Teve também os cuecas de sempre que resolvem participar também ignorando o fato de o homem ser o bicho mais feio que tem na Terra. #Lingerieday é para garotas! Os marmanjos que fiquem na platéia e aplaudam!
O dia da lingerie não serve para instigar a promiscuidade. A maioria das fotos beira a arte e repele a vulgaridade. Eu sempre digo, a graça do bombom é desfazer o embrulho, ninguém acha um bombom sem embalagem e come.
Vamos ao que interessa.

Durante todo o #lingerieday eu tweetei 18 poses (que teve também a indicação de amigos como o @rafaelfsantos e o @marcoafra, especialistas no assunto). A seguir, faço o meu #Top5.



A melhor do #lingerieday no meu ranking postou a foto nas primeiras horas e eu tweetei "Já ganhou!" e desde então, não teve para ninguém. Bela foto! Às vezes o menos é mais, e nesse caso é DEmais!


Menção honrosa #1 para essa foto http://twitpic.com/29k19t postado no perfil de @oooverdadeiro que só não está no #Top5 porque pode ser fake.
Menção honrosa #2 para @_branquinha_ por essa foto! http://www.twitpic.com/29c4wb
Durante o #lingerieday incrivelmente eu não perdi nenhuma seguidora feminista. Valeu meninas!
E você, tem o seu #Top5? Comenta aí!

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Sobre o Jornalismo e a Virgindade*

Não sei se tem alguma relação.
Mas, formatura me remete à maturação, maturidade, amadurecimento.
Como pode um -homem formado-, que é profissional da saúde há mais de 15 anos, que tem família formada... como pode um homem desses ainda ter espaço para maturação?
Oras... pode!

Quando me deparei com minha turma de Jornalismo, estranhei.
Tinha menininhas novas que não sabiam (e talvez não saibam!) o que queriam da vida, tinha intelectuais tão avançados que o Jornalismo sequer merecia, tinha gente que queria dar novos rumos à vida. Me chateei. Imaginei que não teria turma para fazer trabalhos, que não faria nenhum amigo no interstício da Universidade. Aos poucos, fui descobrindo um engano, um feliz engano.

Como Dom Quixote e Sancho Pança, fomos enfrentando os nossos moinhos de vento. Eles surgiam cada vez mais intransponíveis e que bom era vê-los surpreendentemente ultrapassados e com isso ser coroado com o aprendizado.
Os devaneios de uma faculdade de Jornalismo podem ser muitos, podem ser absurdos, engraçados, bizarros, tristes.... mas todos colaboram sobremaneira na nossa formação. É uma pena perceber apenas "pós-tudo" o quanto esses devaneios são importantes (Será mesmo uma pena? Não. Pena, é não perceber).

Marcos Rogério de Freitas,
fico imensamente feliz de termos ingressado "virgens" na Faculdade de Jornalismo da Universidade de Uberaba e de sairmos ainda mais "virgens". Descobrimos como é delicioso ser virgem! A virgindade é uma discussão elevada. Guarde-a com cuidado. Não permita que NINGUÉM a rompa! Segure, amarre, segure a virgindade!

Obrigado pela fiel companhia nesses anos.
Tudo foi muito melhor, mais fácil e mais difícil porque estivemos na mesma equipe.
No salão de nobres eventos da ABCZ, quando tocares o canudo... mantenha-se virgem!


Amigo,
em razão da formatura coincidente da minha colega de BAND, não poderei entregar à você o afago merecido na ocasião de amanhã, mas isso não tardará. Queira fazer a gentileza de não desaparecer. Comece a beber uma cerveja, bem de vez em quando, isso é um conselho de amigo, e quando fizeres, me convide.

Encerro com uma frase clichê que li em um desses nicknames de MSN, acho que cabe.
"O importante não é ter um rolex. O importante é não ter hora!"

Com a admiração e o afeto do amigo...

Jota.

* Email remetido ao meu amigo Marcos Rogério de Freitas (@marcosrogeriofr) por ocasião da formatura dele em 23 de julho de 2010.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Entrevista de José Serra ao programa DNA da Band Triângulo

Parte 01 de 03




Parte 02 de 03




Parte 03 de 03




DNA é um programa de entrevistas da Band Triângulo que procura ir além da figura oficial das personalidades e buscar a humanidade das pessoas. O entrevistador é o Professor André Azevedo da Fonseca, diretor do Curso de Comunicação Social da Uniube.

sábado, 27 de março de 2010

Sementes - O primeiro curso de Jornalismo de Minas Gerais

Dias têm 24 horas. Isso não quer dizer que todos eles sejam iguais. O dia 27 de março de 1957, por exemplo. Certamente ao se despedirem daquele verão as Irmãs Dominicanas proprietárias da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Santo Tomás de Aquino renovavam o quadro da instituição colocando a data no patamar de dias históricos. Há 53 anos um presidente mineiro fixava sua chancela à esquerda da assinatura de Clóvis Salgado, tratava-se do decreto número 41.212 e a partir de então, ficava a Fista autorizada a colocar em funcionamento os cursos de matemática, física, química, história natural, ciências sociais e jornalismo.

É ao último deles que quero me ater. O curso de jornalismo de Uberaba, apesar das mudanças, é o mesmo desde que esse decreto foi assinado por Juscelino Kubitscheck naquele outono.

Diz uma manchete do jornal “Correio Católico”: Uberaba se antecipa à capital e abre um curso de Jornalismo. O lead a seguir explicava as exigências do Ministério de Educação e Cultura para concorrer ao vestibular do primeiro curso de Jornalismo do Estado de Minas Gerais.

O pioneirismo das dominicanas da Fista explica-se pela afirmação dos professores da época, Padre Prata, Irmãs Patrícia e Loreto: “Uberaba precisava de bons jornalistas”.

Vividos 53 anos, o curso de jornalismo é hoje uma habilitação da Comunicação Social sob a batuta da Universidade de Uberaba, herança do Prof. Mário Palmério que em 1981 adquiriu toda a estrutura acadêmica da Fista provendo a fusão da instituição com sua Fiube – Faculdades Integradas de Uberaba. Entre as dominicanas, é possível encontrar arrependimento do feito, lamentos, saudade. Vê-se também o orgulho em saber que a ação tornou possível a continuidade. O curso de jornalismo tinha nova fotografia. Uma turma ingressou na Fista e se formou na Fiube pagando bem mais pela mensalidade e em troca testemunhavam a construção de um laboratório de fotografia, de estúdios de rádio e TV... de um universo.

Não tardou e a Fiube se transformou em Universidade de Uberaba. O DNA da Uniube guardava resquícios da greve mal sucedida dos professores que tentaram invadir a rádio do curso de jornalismo e fazer do local o comando da greve, os mestres só não o fizeram graças à barreira sensata imposta por outro mestre, Décio Bragança. Há também moléculas do humanismo e do espírito revolucionário das dominicanas.

O curso de jornalismo, como parte desse novo universo, ganhou ares de academia. A chegada do Professor Edvaldo Pereira Lima, em 1998, trazia a implantação de novos conceitos para novos tempos da profissão. A implantação do Jornalismo Literário Avançado não foi nenhuma unanimidade festejada. Houve cortes. Houve quem não soube explicar a novidade importada da USP e houve quem não quis entendê-la. Fato é que o ensino do jornalismo em Uberaba passaria a colocar no mercado profissionais dispostos a esgotar vários vieses de uma mesma notícia. Profundidade. Imersão. Entrega.

Temporada em que, além do Ipiranga, ouviram falar de Uberaba. O curso de jornalismo ganhava um novo idioma. Um castelhano em português que transcendia às palavras. O Professor Raul Osório Vargas veio formar seguidores de um “jornalismo-ferrari”, e formou aos montes. Teve também quem não gostasse, é claro. Mas Raul deixou uma importante marca ao perfil do curso para o futuro. Futuro, aliás, que atende pelo nome de André. Azevedo da Fonseca é o diretor do curso nesse aniversário de 53 anos. Tem a missiva de rejuvenescer o mercado da região, tão facilmente influenciado pelos profissionais saídos da Uniube.

Não foram poucos os personagens dessa história de vida, cada um com seu capítulo particular. Uma história bordada de ouro cuja maior honra, e obrigação, é poder continuar a ser escrita. Sementes férteis essas plantadas pelas dominicanas.

domingo, 14 de março de 2010

A noite do Oscar é sempre histórica

Só se falava em “Avatar”. O filme do premiado diretor James Cameron despontava como franco favorito a levar as principais estatuetas do Oscar 2010, sobretudo as principais, de “Melhor Diretor” e “Melhor Filme”.

“Guerra ao Terror” não teve a mesma penetração que os “azuis” em muitos países do mundo. No Brasil, nenhuma sala de cinema exibira a película até então.

Nada como uma noite enfartada de glamour para a história mudar. Astros de Hollywood e de todos os cantos do cinema mundial desfilaram pelo tapete vermelho quase certos de que estavam para testemunhar um dia histórico onde o filme de mais alto orçamento e de maior público nos últimos anos, também marcaria a premiação vencendo todas as categorias que figurava.

Mas cinema não se resume a grandes investimentos e nem tampouco ao clamor popular. Há muito de política na Academia. Seus membros gostam de surpreender, gostam de suscitar discussões. Quando deram a estatueta de “Melhor Diretor” a uma diretora, Kathryn Bigelow, ex-mulher de Cameron, e na seqüência consagraram “Guerra ao Terror” como o filme do ano, direcionaram os olhos do mundo ao Iraque. Eu também despertei. A partir daquele instante me encarreguei da missão de conseguir o DVD da película do ano e ver do que falava Bigelow. Não foi uma missão difícil. As salas de cinema do Brasil também despertaram.


Coração-bomba

À “Guerra ao Terror” foi dedicada a primeira sala do cinema. Cerca de 200 poltronas ocupadas, nada mal para um sábado às três da tarde. A impressão inicial é de que a trama se desenrola em torno das tecnologias disponíveis na guerra do século XXI. Errado. Imediatamente fui convencido do contrário. Mais adiante percebi também que nem mesmo trama o filme tem.

“Guerra ao Terror” mostra, simplesmente, mostra.

Uma ficção temperada com o que há de melhor: a realidade. É angustiante ver as cenas de uma guerra que é combatida entre seres humanos e bombas, diferentemente de outros filmes onde a guerra é protagonista e soldados se digladiam.

Em tese, os soldados americanos estão no Iraque com o objetivo de dilacerar o terrorismo daquele país, mas a pergunta que fica ao assistir ao filme vencedor do Oscar é: quem combate o terror vivido pelos soldados?

O personagem central do filme conta a certa altura que já desarmou 873 bombas no Afeganistão e no Iraque, os créditos sobem e ele não consegue desarmar a bomba que a guerra instalou no centro de seu sistema nervoso.


Filme em 100.000 dimensões

É regra. Todos os filmes seguem uma receita, um caminho comum com elementos comuns e características essenciais. O desafio, a derrota, a vontade de desistir e a vontade de ressurgir, e enfim, como não? O romance. Em “Guerra ao Terror” o especialista em desarmar bombas que dispensa a tecnologia dos robôs e guarda de lembrança fragmentos dos artefatos que não foram aos ares, tem esposa e filho pequeno. Mas não é esse o romance central do filme, esse é o desafio. O desafio de convencer a família de que a grande paixão da sua vida de soldado é a guerra.

“Avatar” pode ser visto em 3 dimensões, a tecnologia do momento. Já “Guerra ao Terror” deve ser visto em 100.000 dimensões, número de soldados americanos que já passaram pelo Iraque. Afinal, não há tecnologia mais real que a do ser humano.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Universitário – o bairro de passagem*

"É esta a juventude que transita nas calçadas estreitas e ruas de asfalto esburacado do Universitário, bairro da cidade de Uberaba que abriga a maior universidade particular do Triângulo Mineiro."

Não tem mansões, não possui grandes avenidas, não tem sequer uma agência bancária e nem tampouco abriga órgãos públicos relevantes. Naquele bairro não moram apenas famílias constituídas, a maioria dos seus habitantes está inquilino de proprietários de kit nets e de pequenos apartamentos de dois ou três quartos.

O bairro se confunde com o futuro de milhares de estudantes-moradores que estão ali de passagem e que pra sempre se lembrarão de suas ruas e edificações como cenário de sua formação superior. É esta a juventude que transita nas calçadas estreitas e ruas de asfalto esburacado do Universitário, bairro da cidade de Uberaba que abriga a maior universidade particular do Triângulo Mineiro.

Durante o dia, facilmente é possível se intrigar com os passos apressados da garota que veste branco e possivelmente está atrasada para uma aula de anatomia. As noites do bairro são badaladas, o vaivém de pessoas das casas à universidade ganha o ritmo dos bares e das festas nas repúblicas regadas a vodka com qualquer coisa e música sertaneja, no mais típico estilo universitário.

Vez por outra o bairro morre, se emudece, pára. Seja no fim do ano ou nas férias de julho. Os universitários vão para seus bairros de nascença encontrar os amigos de infância, os vizinhos legítimos, a família acolhedora. É nesse período de calmaria que a badalação abre espaço para a timidez das poucas famílias que possuem residência fixa no bairro. A senhora aposentada que vive de ganhar dinheiro com um pensionato estudantil recebe a visita dos filhos graduados, o locatário limpa a poeira e expõe a velha placa de “aluga-se”, e os comerciantes entediados se assustam quando um aparece cliente. Todos aguardam fevereiro, quando a volta às aulas traz o bairro de volta, e tudo toma seu lugar, calouros vão se misturar a veteranos, a dona da pensão vai conhecer gente nova e ajustar o preço da mensalidade... tudo como sempre, como numa roda viva nesse bairro de passagem.

*Texto produzido para a disciplina de Livro-reportagem.
A proposta era descrever um bairro da cidade utilizando o denotativo e conotativo.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Crônica "Vaca Pirata" no Jornal "A União"

Estava vagabundiando pela internet, no melhor sentido da palavra. Nesse período de férias da faculdade, vagabundiar pela internet é o que faço nos intervalos do estágio na BAND Triângulo, e das minhas leituras. Provavelmente, e eu disse provavelmente, Grygena Targino também vagabundiava pela rede mundial ao deparar-se com a edição 338 do Jornal Revelação, veículo laboratorial do curso de Comunicação Social da Universidade de Uberaba.

Nessa edição, intitulada: "Crônicas para um mundo cínico", publiquei o texto "Vaca Pirata" que saiu na página 6 (Vida Pirata) com ilustração de Pâmela Mendes, estudante de Publicidade e Propaganda também na Uniube. A crônica foi escrita motivada pela descoberta de que uma cooperativa de leite em Uberaba-MG adulterava o produto adicionando soda cáustica para retardar o vencimento, em meados de 2007. Foi o meu primeiro texto publicado no "Revelação".

O Jornal A União, é um instrumento de comunicação do Governo do Estado da Paraíba carregado de tradição. Fundado em 02 de fevereiro de 1893 é reconhecido nacionalmente como "Jornal Escola". Grygena Targino é graduada em Pedagogia pela UFPB e escreve na coluna "Cantinho da Cultura" do Jornal A União. Na coluna, faz comentários e análises de diversos autores sem distinção, como Rubem Alves, Marcelo Rubens Paiva, Luís Fernando Veríssimo, dentre outros.

Na publicação on line de 12 de agosto de 2009, Targino redigiu um comentário sobre a crônica "Vaca Pirata" de minha autoria. Somente hoje o encontrei e fiquei muito satisfeito com a leitura que a colunista fez dos meus pensamentos. Ela é extremamente precisa ao supor os objetivos do texto e promove uma comparação muito bem sucedida da crônica com a "Lei do Gerson".

Eu agradeço à menção de Targino, sobretudo porque, até hoje, o texto e o comentário da colunista no Jornal A União (on line) tiveram 339 visualizações, entre as mais visitadas.

E para quem se interessou, pode ler aqui a crônica na forma em que foi publicada no Revelação.
E aqui, acompanhada do comentário de Grygena Targino no Jornal A União.


quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Almanaque - As Memórias do Primeiro Curso de Jornalismo de Minas Gerais

Esse foi um ano muito especial para o Jornalismo na minha vida.
Estagiei na Uniube e ajudei a desenvolver o projeto do Prof. Dr. André Azevedo da Fonseca com Blogs Acadêmicos para todas as matérias do curso, a Blogosfera da Comunicação. Em seguida, fui fazer estágio na BAND Triângulo, uma experiência cada dia mais rica. Foi nesse ano também que eu considerei que passei a conhecer de fato a "reportagem", a qual chamo de senhora imponente, que me foi apresentada pelo Prof. Dr. Raul Osório Vargas na disciplina de Métodos da História de Vida.

A missão dessa disciplina era a produção de uma "grande reportagem" que contasse a "história de vida" de alguém, de alguma coisa, de um acontecimento... Escolhi traçar o perfil do curso de Jornalismo da Universidade de Uberaba, um dos pioneiros no país por meio da história oral temática. Aos poucos, a reportagem, a história e seus personagens foram me encantando. Ainda no primeiro semestre, passamos a filmar aquilo que eu escrevia, na disciplina de Produção de Vídeo, ministrada pela Profª. Celi Camargo.

Após as férias, ingressei no Jornalismo Digital. Prossegui com o tema. O desafio agora era unir a pesquisa, o texto e os vídeos a uma narrativa não-linear para a produção de um Webdocumentário. Foram meses de buscas, de inquietudes, de entrevistas, de transcriação (como ensina Sebe Bom Meihy). Depois, outros meses para edição, pós-produção e desenvolvimento do "palco".

Encontramos na internet a ferramenta que iria traçar a narrativa digital: as tags. E desta maneira, tema por tema, cocluí o Webdocumentário: Almanaque - As Memórias do Primeiro Curso de Jornalismo de Minas Gerais. O desafio agora, é pesquisar ainda mais e trazer esse perfil completo para um livro-reportagem que me servirá como Trabalho de Conclusão de Curso.

O Webdoc será publicado em breve, tenho certeza, mas, enquanto isso, para despertar o interesse e saciar a curiosidade, conheçam um pouco do layout e do texto de apresentação do produto de Jornalismo Digital, sob orientação do Prof. Anderson Andreozi.



Para assistir em tamanho maior, clique aqui.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Conferências, Fóruns, Congressos...

Em dezembro de 2005 participei da Conferência Nacional de Assistência Social. Eu ainda fazia parte do LEO, era presidente do clube de Tupaciguara-MG, fui despretenciosamente participar da Solenidade de Abertura da Conferência Municipal de Assistência Social.

Me interessei pelo tema. A meta era elaborar um sem número de propostas que seriam apreciadas em Belo Horizonte e seguiriam para Brasília. Eu não conhecia o sistema de políticas públicas, achei extremamente interessante.

Eu já era um "congresseiro" de LEO Clube, poderia estar na Conferência de Juventude, mas eu me apliquei para fazer um bom trabalho e fui eleito Delegado Estadual.

Em Belo Horizonte os representantes dos municípios "pequeno 02" me elegeram para ir a Brasília. Foi uma aposta em um garoto de 17 anos.

Passei uma semana em Brasília e aprendi muito em tudo o que aconteceu no Centro de Convenções "Ulisses Guimarães". Fui participante da elaboração do Plano Decenal de Assistência Social que prevê a implantação de um Sistema Único, uma espécie de "SUS" da Assistência Social.

Agora, eu poderia estar de malas prontas para qualquer conferência, oficina ou fórum de Comunicação Social, mas eu vou para Florianópolis participar do 10º Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade. Claro que há o incentivo da minha namorada que vai apresentar trabalho no congresso com uma turma da Uniube, mas acredito que debater sobre esse tipo de tema me fará um Jornalista melhor.

Mesmo sendo eu tão jovem, é o Jornalismo que me proporciona dessas coisas. Eu vou conhecer o sul.